Literatura

Estalos na chuva – O despertar

O barulho da chuva teima, constante, quase infinito. Por trás das pálpebras cerradas de dor e desespero, os corpos dos amantes permanecem estirados no seu pensamento, inertes, abraçados na sarjeta. O sangue misturado à enxurrada escorre rumo ao leito do rio. Os lábios roxos, antes contraídos, agora se soltam, num suspiro. Os olhos se abrem.

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