01.

Quem sou?

Empresário, escritor, leitor, webdesigner, diagramador, cinéfilo...

Autor do romance “As Mitologias Roubadas – Os 12 Trabalhos”, de 2007, onde propõe uma distopia em Porto Alegre-RS, numa aventura que mescla ficção,  história e fatos reais, patrimônio e mitologia. Cronista, tem textos publicados nos livros Santa Sede – Crônicas de Botequim (2011), Crônicas de Viagem Casamundi (2014), e coletâneas Master Class da oficina Santa Sede: “Cobras na Cabeça – Crônicas (ir)reverentes (2015)”, “Caio em Mim (2016)”, “Há De Ti, Rubem Braga! (2017)”, “Histórias Stanislawianas (2023)” e “Bilhetes de Viagem (2024)”.

02.

Algumas das atividades que executo

Além da escrita, a criação, diagramação e revisão de textos. Literatura, internet, design e marketing completam meu portfólio de serviços e atividades.

Escritor

Depois do meu romance As Mitologias Roubadas, migrar (não de todo...) para a escrita de crônicas e contos me mantém (bastante) ativo e atualizado com a literatura.

Diagramador e Capista

Co-organizar, diagramar e criar capas dos livros da Santa Sede Editorial é uma atividade desafiadora, e prazerosa. Veja alguns dos meus trabalhos no site da Santa Sede Editorial e Oficina Santa Sede.

Revisão de textos

Revisão de crônicas e contos de algumas das publicações da Oficina Santa Sede, além de outras atividades relacionadas, como criação, edição e revisão de conteúdo do jornal da Associação dos Doutorandos de 1977 da URFGS e outros

Web Arte e Marketing

Criação de peças publicitárias (arte digital e diagramação de websites) para os sites vinculados à Panfletário Web Serviços, que também oferece serviços de criação, manutenção e hospedagem de sites.

O tempo para

A saudade é o que faz as coisas pararem no tempo – Mario Quintana Desde que ...

Céu de Baunilha

Céu de baunilha Giancarlo Carvalho – 12/11/2019 – Oficina Santa Sede – Módulo Mosaico – ...

Vida, vento, vela

Ela queria ser artista, eu, navegante. Deitados na grama diante do lago, brincávamos dizendo que ...

Intraduzível

*texto baseado no poema “Traduzir-se”, do maranhense Ferreira Gullar – Revisão 28/07/2025 Quem sou eu? ...

O avô, a flor e o mar

– Vovô, eu quero ver o mar! Não era a primeira vez que ele ouvia ...

Vidas que passam

A primeira vez que a encontrei foi no parquinho de areia do bairro, na nossa ...

Sonho ou bolha de sabão

Calçadas de pedrinha, corpos, sorrisos e poses, movimento de passos preguiçosos, de passeio e dança, ...

Nós

O tempo é ranzinza, mas o velho é determinado, e cruza a soleira até o ...

Seu nome era Flor

Seu nome era Flor – Você não vai limpar de vez essa mesa, Alfredo? – ...

04.

Minhas publicações

clique nas capas para aumentar ou saber + sobre cada livro

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